Cartão pessoal, risca-se o sobrenome ou não?

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Essa pauta foi sugestão de uma amiga, e aqui estou…

Em vez de chamar cartão de visita, chamo “cartão pessoal”. Não me refiro ao cartão profissional. É um cartão pras utilidades pessoais e sociais.

Mede em média 11cm por 7, podendo ser simples ou duplo. Gosto do duplo, pois coloca-se o nome e sobrenome na frente centralizado e dentro fica pras mensagens e dizeres.

Hoje uso um que foi presente de um amigo, em que o nome fica no canto inferior direito. Por atenção ao amigo e à sustentabilidade, o utilizo com o maior prazer e segurança. Porém, quando for encomendá-lo novamente, usarei o nome centralizado.

Aliás, peço licença. Meu primeiro cartão pessoal foi presente do amigo Maciel Neto, um duplo tradicional branco e com nome centralizado. Super bacana, um dos bons presentes que já ganhei na vida, no início de 2000. Os que tive em seguida encomendei em Denise Lins.

A escolha do cartão segue a regra da elegância: sobriedade. Isso pelo menos pra homens. Gosto do papel branco, no máximo marfim, sem brilho e com o nome em preto, grafite ou azul marinho, sem brilho também e sem alto relevo.

Entretanto, isso é altamente pessoal, se Você gosta emperiquitado, vá em frente… Carmen Mayrink Veiga tinha no cartão pessoal individual, não do casal, um gato, o bichano preferido dela. Começou a usá-lo assim nos anos 70 e foi o maior sucesso.

Hoje, como está tudo informal, têm os coloridos e personalizados, que também estão em voga. Se combina com Você, transmite sua personalidade e estilo, tá tudo certo. Perfeitamente utilizáveis…

Quanto ao cartão mais tradicional, algumas questões geram dúvidas. A seguir…

– Não se usa mais o nome completo e de batismo. Usa-se o nome social. Por exemplo, no meu não uso “Luís Alberto Torres” e sim “Bebeto Torres”.

– Risca-se o sobrenome com um traço em diagonal para quebrar a formalidade. Eu uso e continuarei usando o risco para quem tenho intimidade. Caso contrário, não risco. Se Você não gosta do risco, não risque, não tem problema e está tudo certo!

– Não é obrigatória a assinatura no cartão, já que já tem o nome na frente, maas assino e ainda coloco a data. Acho a assinatura bem-vinda demais!!

Ninguém é perfeito, mas pode melhorar…

Cartão duplo: 11 cm por 7 cm
Cartão pessoal com nome no canto inferior direito, presente de um amigo.
Nome com risco em diagonal para quem tenho intimidade. Uso e gosto!

Sobre o autor

Bebeto Torres
Bebeto Torres

Bebeto Torres é administrador e professor universitário. Por acreditar que se reinventar é preciso, aliando vocação e vontade, topou o desafio de atuar no universo digital. Com olhar aguçado e opinião é o novo colunista do TL. O Colunista Social.

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Bebeto Torres Por Bebeto Torres