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Cruz Vermelha faz campanha contra a fome e recebe doações no shopping Cidade Jardim, em Natal

Criado com o intuito de minimizar a fome em comunidades carentes, a campanha da Cruz Vermelha Brasileira ‘Todos contra a Fome’ encerra o período de recebimento de doações nesta quarta-feira (27). Em Natal, a instituição lembra que a arrecadação dos donativos está sendo feita no estacionamento do shopping Cidade Jardim, no bairro de Capim Macio, na Zona Sul.

Os alimentos recebidos devem ser entregues aos beneficiados pela campanha no dia 31 de março, e a doação será feita pelos voluntários da filial potiguar do movimento. Os contemplados são famílias carentes do bairro Potengi, na Zona Norte da capital potiguar.

“Pretendemos imprimir neste projeto uma certa periodicidade ao longo do ano, uma vez que já detectamos várias áreas de fragilidade socioeconômica em nosso estado”, afirma o coordenador de Planejamento da Cruz Vermelha Brasileira no RN, Eduardo Carvalho.

Sobre a Cruz Vermelha

A Cruz Vermelha Brasileira faz parte do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, que atua pela causa humanitária há mais de 150 anos, em mais de 190 países ao redor do mundo. A principal missão é prevenir e atenuar o sofrimento humano, atuando de forma neutra, imparcial e independente.

Justiça liberta mais um preso na operação que levou Temer à prisão

A desembargadora Simone Schreiber, plantonista do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, determinou na tarde deste domingo, 24, a libertação de Carlos Jorge Zimmermann. Foi o segundo preso da Operação Descontaminação a ter o pedido de habeas corpus acatado.

Na ação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, na semana passada, foram levados à cadeia o ex-presidente Michel Temer, o ex-ministro Moreira Franco e outras oito pessoas.
No despacho, a desembargadora estende a Zimmermann a decisão que libertou ontem Rodrigo Castro Alves Neves. Os dois foram presos em caráter temporário, diferentemente dos outros oito presos na operação, cuja reclusão é preventiva. Eles são acusados de receber recursos da Eletronuclear por meio de contratos fictícios e repassar para o ex-presidente.
A desembargadora entendeu que prisões temporárias e preventivas para efeito de interrogatório de investigados, conforme justificado pelo juiz Marcelo Bretas, são inconstitucionais. Para ela, ferem igualmente os princípios de não autoincriminação e de presunção de inocência.
Do Estadão

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MPF denunciará Temer duas vezes para Bretas

O Ministério Público Federal (MPF) vai apresentar esta semana ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal no Rio, duas denúncias contra o ex-presidente Michel Temer e outros envolvidos no esquema revelado na última quinta-feira pela Operação Descontaminação.
Na primeira denúncia, ele será acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro pelo suposto desvio de R$ 1 milhão de um contrato de prestação de serviços de mídia para o Aeroporto de Brasília. Na segunda, responderá por crime de peculato pelo favorecimento de uma empresa ligada ao ex-presidente nas obras da usina nuclear de Angra 3, na Costa Verde.
A defesa do ex-presidente Temer tem negado os crimes e classificou como “abuso de direito” a prisão preventiva.
Se Bretas acolher as denúncias, Temer vai virar réu em dois processos desdobrados da Lava-Jato no Rio. Em ambos, ele aparecerá associado ao ex-coronel da Polícia Militar paulista João Baptista Lima Filho, apontado pelas investigações como o operador do ex-presidente. O coronel Lima figura nas denúncias como principal beneficiário de desvios nos contratos de Angra 3 e Aeroporto de Brasília.
A força-tarefa do MPF, que tem pressa em formalizar as acusações, passou o último fim de semana analisando provas colhidas nas ações de busca e apreensão de quinta-feira contra o grupo de Temer.
Delação como base
A Descontaminação teve como base a delação do empresário José Antunes Sobrinho, um dos donos da construtora Engevix. A colaboração foi cruzada com outras provas, como os e-mails apreendidos com o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Sobrinho sustenta que Temer se beneficiou de uma propina de R$ 1 milhão, paga pela Engevix como recompensa por um contrato de R$ 162 milhões da empresa com a Eletronuclear para execução de projeto em Angra 3. Para participar da obra, a empreiteira teve de concordar com a inclusão de uma empresa do coronel Lima, a Argeplan, no consórcio vencedor, também formado pela finlandesa AF Consult. Embora não comprovasse expertise no setor e nem sequer tivesse participado da obra, a Argeplan ficou com uma fatia de R$ 10 milhões.
No curso desse contrato, celebrado em 2010, a força-tarefa apurou que coronel Lima solicitou ao sócio da Engevix o pagamento de propina, em benefício de Temer. Como não havia uma brecha para o desvio do dinheiro da Eletronuclear, o caminho encontrado por Sobrinho para repassar R$ 1 milhão ao coronel Lima foi a empresa Alumi Publicidades, que prestava serviços de mídia para o aeroporto de Brasília e era controlada pela Engevix. Segundo a investigação, a Alumi firmou um contrato fraudulento com a PDA, também ligada a Lima, para viabilizar a propina em outubro de 2014.
Sobrinho disse que a operação no Aeroporto de Brasília contou com a ajuda do então ministro da Secretaria Nacional de Aviação Moreira Franco. Coronel Lima e Moreira estão entre os presos da operação de quinta-feira e também serão denunciados à 7ª Vara Federal Criminal.
A força-tarefa sustentará nas denúncias que Temer contava com uma rede de pessoas físicas e jurídicas nos esquemas de lavagem de ativos. Para defender que o ex-presidente permaneça preso, o MPF dirá que o grupo continua recebendo e movimentando valores ilícitos, além de permanecer ocultando recursos desviados, inclusive no exterior.
Do Estadão

FHC analisa crise Bolsonaro X Congressso

O ex-presidente FHC chegou ao Twitter há menos de um ano, mas já mostrou que se adaptou ao riscado digital.
Hoje aproveitou a pauta do dia sobre a crise entre o Presidente Bolsonaro e seguidores com o Presidente da Câmara Rodrigo Maia. E avisou:
Paradoxo brasileiro: os partidos são fracos, o Congresso é forte. Presidente que não entende isso não governa e pode cair; maltratar quem preside a Câmara é caminho para o desastre. Precisamos de bom senso, reformas, emprego e decência. Presidente do país deve moderar não atiçar.
 
 

Vestindo a camisa

Governadora Fátima Bezerra e Prefeito Álvaro Dias vestiram a camisa do Brasil neste domingo para final de volley de praia.
Público estimado em 5 mil pessoas com entrada franca.
Nas redes(sociais), a dupla de autoridades fez tabelinha, sem cortes.

Mãozinha para Cultura

Num Rio Grande do Norte que tem líderes de sua capital Natal colhendo frutos políticos com ações culturais, o mesmo não pode ser dito dos últimos Governadores.
E mais uma vez me socorro da lupa do mestre Woden Madruga para listar os “equipamentos”culturais esquecidos pelo público. Senão, vejamos:  Pinacoteca do Estado; Escola de Dança(Editan), Fortaleza dos Reis Magos depredado pelo Iphan, Museu Café Filho, Biblioteca Câmara Cascudo…
Sem falar do Museu da Rampa, inaugurado sem acervo pelo Governo Robinson. SOS Cultura RN!

Tribuna do Norte faz 69 anos

Chegar aos 69 anos é uma marco para qualquer empresa. Para um empresa de comunicação, nem se fala. Sendo líder num mercado restrito como o Rio Grande do Norte, principalmente.
Parabéns aos que fazem a Tribuna de Norte, de Aluízio Alves, de João, Maria e José. Dos que fizeram  e fazem história no Rio Grande do Norte. Parabéns aos que gostam e valorizam o Jornalismo.
 

Flávio sugere que que twitter do governo seja desligado

Um dos primeiros grandes empresários a apoiar publicamente o capitão Jair Bolsonaro para Presidente, Flávio Rocha, comandante do Grupo Guararapes/Riachuelo e ciador do movimento “Brasil 200”, enquanto participa do Fórum Lide de Varejo, no litoral Paulista, mesmo com cuidado de não parecer criticar o Governo  -“Nunca tivemos um pacote de idéias tão boa” –  sugeriu que está na hora do  “governo desligar o twitter para conseguir aprovar a reforma da Previdência”.
Flávio disse não se angustiar diante dessas mudanças bipolares espasmódicas de humor: O que me tranquiliza é que a mudança aconteceu na base, na raiz, na cabeça do povo brasileiro.
Defendendo o afastamento do twitter lembrou: “Se o Carlos Bolsonaro quer ajudar, comportamentos típicos têm de ser deixados para trás, “É hora de construir, de aglutinar, a eleição foi ganha, conscientizando uma grande maioria que não sabia da força que tem, que é o contingente dos librais na economia e conservadores nos costumes”.

Empresário preso na Operação de Temer tem Habeas Corpus

Do Estadão
A desembargadora Simone Schreiber, plantonista do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, acatou neste sábado, 23, o habeas corpus impetrado pela defesa de Rodrigo Castro Alves Neves.
Ele teve prisão temporária decretada na quinta-feira, 21, pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, na Operação Descontaminação. 
A decisão determina que Neves deixe a cadeia. 
Em seu despacho, a magistrada afirmou que prisões temporárias e preventivas para efeito de interrogatório de investigados são inconstitucionais.
Ela cita voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, dado nas Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 395 e 444 ajuizadas pelo PT e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para tratar das conduções coercitivas.
Para a desembargadora, esses procedimentos, assim como prisões preventivas e temporárias ferem os princípios de não autoincriminação e de presunção de inocência. 
Ao analisar a motivação para a prisão, Simone Schreiber  criticou a alegação de que as prisões foram deflagradas para evitar acertos de versões entre os suspeitos.  Segundo ela, tais acertos são estratégias legítimas de defesa. “Até mesmo eventual ‘acerto de versões entre os suspeitos’, aventado de forma genérica na decisão impugnada, diga-se, sem qualquer evidência que ampare tal afirmação, integra o direito à defesa ampla e eficaz”, afirmou.
O magistrado encaminhou ao colegiado da 1ª Turma Especializada os pedidos de liberdade de Temer, Moreira e de outros três acusados. Para a desembargadora, a decisão de Athié se refere às prisões em caráter preventivo e não temporário, como no caso do empresário.