O que é Brasil e os nossos destinos, perguntam os estrangeiros.

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Mas afinal, o que é Brasil para o sujeito que mora fora?

Será que ele imagina que estamos nus, correndo com macacos em uma selva, atrás de alimentos que deverão ser disputados em uma briga com outros animais perigosos?

Ou ainda que somos uma referência dos filmes da NETFLIX, onde todos falam em espanhol e andamos em carros velhos e mandamos matar as pessoas pela conquista do território e drogas?

Acredite, o imaginário das pessoas deve funcionar muito em relação aos destinos que não sabem trabalhar a sua imagem na internet.

Segundo uma frase que ouvi em um dos evento que participei foi:

É por isso que os nossos governantes tem um importante papel não só de fazer propaganda do destino, mas de escrever sobre ele na internet.

Vamos exercitar o mesmo pensamento sobre a África. O que te vem a cabeça quando você pensa no destino?

Já começou pensando errado, pois a África é um continente com 54 países e em cada um deles, uma realidade. Resumindo o continente não consegue traduzir o sentimento dos muitos destinos que ele oferece para se uma única resposta.

Mas se você pensou em leões, girafas e carros atravessando uma região desértica, acho que está na hora de você consultar o senhor Google.

Desde que entrou em operação em 4 de setembro de 1998, o Google se tornou referência para quem precisa tirar qualquer tipo de dúvida na internet e consequentemente trabalhar a sua imagem.

Como isso cada dia que passa, mais e mais perguntas chegam ao campo de busca do Google e sempre ao final do ano, nascem relatórios de termos mais pesquisados e curiosidades.

VEJA AS PRINCIPAIS PERGUNTAS sobre “o que é Brasil”

  • O que é o jiu jitsu brasileiro?
  • Qual é a capital do Brasil?
  • Qual é o tamanho da população?
  • E a moeda usada?

Pelo que já pudemos analisar, o nosso querido pais do futebol, está se mudando para o jiu jitsu, e o que fica mais claro ainda é que as perguntas sobre o Brasil são de ordem básica, ligadas a geografia e economia.

Então, resolvemos ir até o time do Google e solicitar mais perguntas sobre “O que é Brasil” e descobrimos as 15 principais perguntas sobre o nosso destino:

  1. Qual língua é falada no Brasil?
  2. Que horas são no Brasil?
  3. Qual é a capital do Brasil?
  4. Onde fica o Brasil?
  5. Quantas vezes o Brasil ganhou a Copa do Mundo?
  6. Qual é a população do Brasil?
  7. Em qual continente fica o Brasil?
  8. O que é o jiu jitsu brasileiro?
  9. Qual é o clima do Brasil?
  10. O Brasil é seguro?
  11. Que horas são em São Paulo?
  12. Qual é a moeda do Brasil?
  13. Por que os brasileiros falam português?
  14. Quantos Estados o Brasil possui?
  15. Quando devo ir ao Brasil?

Partindo desta seleção de perguntas básicas sobre “O que é Brasil”, eu me questionei se o Brasil está conseguindo atender a esta demanda de forma qualificada. E pude ver que na maioria das respostas de cada pergunta, quem responde são sites estrangeiros como o Wikipedia e o próprio Google, usando os recursos próprios.

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ESTAMOS PERDENDO PARA OS ESTRANGEIROS

É triste nós sabermos que boa parte do que nos representa na maior rede de conteúdo do mundo, a internet, é orientada por sites que não gerenciados ou ainda criados no Brasil.

Imaginem a força que poderíamos ter se cada estado do Brasil tivesse uma linha de conteúdo própria e pudesse criar e publicar materiais que evidenciassem os seus destinos?

UM BOM EXEMPLO, PORÉM SOLITÁRIO

É do Sul do Brasil que vem um ótimo exemplo do que acabei de identificar nesta análise e que está mudando a forma dos estrangeiros e até mesmo dos Brasileiros de verem este maravilhoso destino.

Gramado é uma cidade modelo. Estive lá no ano passado e pude ver a preocupação com o turismo na cidade que tem como outros pontos fortes também as industrias de chocolate, vinho e malharias, dentre outras.

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Eles estão seguindo a regra de ouro do Google, eles são donos das informações sobre o destino, logo podem escrever o que quiserem e serão donos da imagem que eles querem passar para quem for visita-los.

Vamos fazer a diferença?

É preciso olhar para estes dados, mesmo com uma coleta de informações tão simples como as que eu usei para escrever este texto, e entendermos que podemos fazer a diferença.

Seja os nossos governantes que não fazem ideia que alguma coisa precisa ser feita na internet, ou seja alguém que queria fazer a diferença é simples e eu vou deixar a dica aqui.

Todos os dias muitas pessoas querem conhecer o Brasil, e aqui eu me foco ainda mais no Nordeste e em Natal. Faz parte da nova rotina do consumidor, uma breve análise de informações, como uma pesquisa no Google, antes de realizar uma compra.

A diferença faz no momento em que começamos a postar conteúdos positivos sobre nosso destino, e organizamos através de um planejamento de conteúdo os assuntos mais importantes para serem pautados.

Eu vejo os veículos de comunicação com um grande potencial para realizar esta tarefa, mas não vejo eles explorando isso de forma inteligente, uma vez que as manchetes e demais notícias são de morte e corrupção de forma generalizada.

Deve ter espaço para se dar uma manchete de coisas positivas e resgates históricos que irão não só ajudar a melhorar a imagem do destino no Google, como também aguçará a vontade do consumidor que está na fase de uma compra de uma viagem para a nossa região.

Também precisamos de mais profissionais do turismo escrevendo sobre o destino e fazendo estes conteúdos, sejam eles vídeos, textos ou ebooks subirem para a primeira página do Google.

Faça a diferença no jogo do Google e ele te ajudará a crescer e melhorar cada vez mais a imagem do seu destino e consequentemente todos irão ganhar com isso, principalmente você que estará ajudando com as informações.

 

Sobre o autor

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Ubirajara Carratu

Precursor do Marketing Digital no Nordeste, com vasta experiência, mentalidade estratégica e visão para liderar as empresas no processo de transformação digital.

Pesquise no Google: quem faz a diferença no Nordeste?

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