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A Sacada Profissional de Leonardo Flor

Leonardo Flor é empresário do ramo de postos de gasolina há anos, negócios de família.
Entretanto, nesse ínterim de empresário, Leo cursou arquitetura, faz sucesso e já criou vários projetos na cidade, inclusive em parceira com outra arquiteta talentosa e bacaníssima, sua amiga e parente, Ivanoska Flor. A dupla já agitou e chamou a atenção pela ousadia em mostras de arquitetura da cidade.
Agora, com seu feeling e talento pra decoração, Leonardo resolveu atuar no serviço prático de redecorar ou transformar um ambiente com o que o Cliente tem, ou seja, reformar o que existe com inovação e bom gosto, o que todo Cliente deseja nos dias atuais.
Sucesso!!

Raio-X Marketing Carratu Digital

Josué Alencar quer construir escola modelo no RN

Enfim uma notícia boa para Educação do Rio Grande do Norte.
A Governadora Fátima Bezerra recebeu hoje o presidente da Coteminas Josué de Alencar e o diretor João Lima.
Entre outras pautas, o Alencar ofereceu ao Estado uma escola com ensino médio completo nos moldes que a Governadora determinar.
Hoje a Coteminas mantém uma escola para crianças com excelentes resultados.
TL CONTA MAIS: Josué é filho do ex-vice presidente José Alencar, figura respeitada nos dois Governos Lula e também já foi sondado para assumir cargos eletivos. O que declinou..

Desembargador manda soltar Temer e Moreira Franco

Do Estadão

O desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, determinou nesta segunda-feira, 25, a soltura do ex-presidente Michel Temer, segundo informou o advogado Eduardo Canelós a aliados do emedebista.
Athié é relator do habeas corpus dos advogados de Temer, que contestam o decreto de prisão do juiz Marcelo Bretas,  da 7ª Vara Federal do Rio, responsável pela Operação Lava Jato. A decisão também inclui a liberdade do ex-ministro Moreira Franco.
Athié havia pedido que o caso fosse incluído na pauta de julgamento do tribunal na próxima quarta-feira, para que a decisão sobre o habeas corpus fosse colegiada. Ao conceder a liberdade, porém, ele se antecipou.
Temer foi preso na quinta-feira, 22, em investigação que mira supostas propinas de R$ 1 milhão da Engevix no âmbito da Operação Descontaminação, desdobramento da Lava Jato. Também foram detidos preventivamente o ex-ministro Moreira Franco (MDB), e outros 8 sob suspeita de intermediar as vantagens indevidas ao ex-presidente.

Baile da Vogue 2019

Aconteceu no último sábado em SP, no Hotel Unique, o badalado Baile da Vogue 2019. Esse ano o tema foi “Ópera”, teve menu do estrelado Chef Emmanuel Bassoleil e bar do Johnnie Wlaker Brasil.
Foi somente no período pós carnaval devido à baixa na equipe da ex-editora de moda da revista Donata Meirelles. Ela, conhecidíssima e altamente querida no mundo da moda e da sociedade, atuava de promoter e RP do Baile e o fazia acontecer com a dose certa de glamour.
Falando em Emmanuel Bassoleil, tive a oportunidade de conhecê-lo numa vinda dele à Natal para o Projeto “Jantar dos Chefs”, sob a batuta de Marcelo Dieb, no Restaurante Le Soleil do Ocean Palace. Depois em almoço na Casa do Leões, da Família Gaspar, em Jacumã.

Reserva de Restaurante

Opinião da Coluna…
Todo restaurante que resolve somente atender via reserva, tem que ter de forma muito clara e divulgada os contatos para realização da mesma. E os telefones têm que estarem em perfeito funcionamento.
Além do quê, em toda comunicação publicitária do estabelecimento também tem que ficar clara a forma de atendimento do mesmo: “Atendimento somente via reserva.”
Nos dias de hoje colocar cliente pra voltar da porta e em busca de outra opção pode ser arriscado…

O passaporte vermelho do Capitão

O Senador Styverson Valetim foi o primeiro parlamentar do Rio Grande do Norte a solicitar passaporte diplomático na atual legislatura.
Sim, o Senador tem todo direito de fazê-lo. Assim como tem de usar carro oficial e apartamento funcional.
Como o TL já lembrou, o Senador Valetim prometeu cortar supérfluos do mandato.
Mas nunca os especificou…

Articulação não é palavrão, nem corrupção

 
A meia dúzia de leitores deste Território Livre foi brindada num domingo de sol com um textículo – com a licença do tio Domício -sobre a má interpretação que se tem dado à necessária articulação política.
Hoje, Miriam Leitão aborda o mesmo tema. E por estar a anos luz de nós aqui do TL, peço licença para reproduzir. Naquela ilha não precisa concordar, refletir sobre já é um bom começo…
O clima continua bélico entre Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia. O presidente está repetindo um raciocínio errado, de que a articulação política significa corrupção. Jair Bolsonaro disse nos últimos dias que não vai negociar como fazia a “velha política”.
“Olhe onde estão os ex-presidentes, não quero ir para lá”, ele disse, em referência aos seus antecessores que foram presos. Assim, Bolsonaro sugeriu a todos que articulação é sinônimo de corrupção. Evidentemente que não é assim. Articulação tem que haver. O sistema no Brasil é o presidencialismo de coalizão, o partido do presidente tem a segunda maior bancada e são apenas 52 deputados. Mesmo ali no PSL já apareceram declarações contra a reforma. Falta diálogo dentro do próprio partido de Bolsonaro.  
A moeda para convencer os deputados pode ser a participação no governo, influencia nas políticas públicas. Com as descobertas dos desvios dos últimos anos, ficou a impressão de que fazer política é corromper-se. Se o país achar isso, a democracia acaba enfraquecida. Ela depende da confiança dos cidadãos nos seus representantes. O processo de combate à corrupção é doloroso, mas é parte do aperfeiçoamento. As descobertas da Lava-Jato e de outras operações não podem ser entendidas como prova de que todo o sistema político é corrupto. Com esse tipo de pensamento, não haverá sistema político. O presidente está repetindo o raciocínio errado, apesar de ter em seu entorno o recolhimento de caixinha, como no caso Queiroz, e as evidências de candidaturas de laranjas no seu partido. 
Maia anunciou que vai se afastar da articulação pela reforma da Previdência. Bolsonaro disse que não deu motivo para Maia sair. É outra interpretação equivocada sobre o papel de cada um. O presidente da Câmara não pode ser articulador de nenhuma reforma do governo. É uma questão de como se organizam as instituições. Ele comanda um poder, não deveria ser o articulador de outro poder.
O que está por trás dessa confusão é que Bolsonaro e seus ministros têm que fazer a articulação e não têm feito. Maia disse que o presidente precisa de um engajamento maior. Bolsonaro, ao invés de colocar água na fervura, respondeu que “alguns não querem abandonar a velha política”. Disse ainda que a bola está com Maia porque ele já entregou o projeto. É a incompreensão do dever de um presidente da República em relação a uma reforma que ele acha fundamental.